Nota

"O crime de plágio representa o tipo de usurpação intelectual mais repudiado por todos: por sua malícia, sua dissimulação, por sua consciente e intencional má-fé em se apropriar – como se de sua autoria fosse – de obra intelectual (normalmente já consagrada) que sabe não ser sua (do plagiário)." (José Carlos Costa Netto)


11 de jul. de 2010

...

Ando de forma contínua sem ter noção para onde vou, só fico aqui com meus pensamentos.
Buscando inúmeras explicações, sem sucesso, entro em contradição a cada nova tese criada; sinto minha cabeça explodindo com tantas incertezas. Começo a sentir minhas pernas pedirem descanso. Paro, me agacho, bebo um gole d'água. Onde estou? Não faço ideia! Dentro da minha mente, talvez. Não vejo nada, não imagino nenhuma paisagem, nem mesmo o caminho pelo qual eu ando. Será que este é o presente?Bem... Não sei. Volto aos meus pensamentos. Brinco com a famosa frase "tudo o que sei é que nada sei".
Do nada veio a incessante vontade de....fazer tudo. Tudo o que me viesse a cabeça, sem dar tempo ao julgamento, sem dar tempo ao tempo. Antes mesmo de terminar essa interpretação comecei a saciar a minha estranha e insana vontade. Corri. Pulei. Voei. Cantei. Amei. Errei. Aprendi. Ensinei. Caí. Perdoei. Me arrependi. Inspirei, suspirei e Transpirei. Sangrei. Feri. Briguei. Sorri. Chorei. Ouvi. Gritei. Falei. Fugi. Tropecei. Me apaixonei. Abracei. Parei...
Ao me deparar com a estranha sensação de liberdade.

3 comentários:

Natalie disse...

Ai...eu senti.
A rapidez dos verbos me pegaram, me fizeram entender.
Gostei do PAM do final: liberdade!
" Começo a sentir minhas pernas pedirem descanso." Eu tenho me sentido tão exausta todo tempo...

Roberto Machado disse...

Serah q quando morremos nem percebemos e a vida continua?

ps: Se for se apixonar q seja por mim rsrs

Mt bom o texto ^^

pedroaraken disse...

eu filosofo
tu filosofas
ele filosofas
nos filosofamos
vos filosafais
eles filosofam